Evidência antes de opinião
Nenhuma recomendação técnica deixa o estúdio sem dado bruto que a sustente. Quando o dado falta, dizemos com todas as letras: ainda não sabemos.
Não somos um SOC terceirizado convencional. Operamos como redação de um caderno técnico — cada incidente vira material de estudo, cada defesa nasce de hipótese argumentada.
Em outubro de 2017, três analistas que vinham de bancos de investimento e do CERT.br se reuniram em uma sala alugada na Vila Olímpia. Atendíamos um único cliente — uma corretora que havia sido alvo de tentativa de fraude por engenharia social. A ideia era simples: trabalhar como editores de uma publicação técnica, com curadoria, ritmo e rigor.
Quase nove anos depois, a fórmula sobreviveu intacta. Mudamos de endereço, dobramos a equipe três vezes, abrimos uma linha de pesquisa própria. Mas continuamos publicando o caderno interno toda quarta-feira pela manhã, com os incidentes da semana anterior anonimizados, debatidos e arquivados.
Significa que rejeitamos contratos em que não há diálogo técnico com a outra ponta. Significa que cada engajamento começa por entender o negócio — não o stack — do cliente. Significa relatórios escritos por humanos, revisados por humanos, defensáveis em conselho e perante a ANPD.
Não fazemos teste técnico cronometrado. Pedimos um relato escrito de um incidente real em que o candidato esteve envolvido — anonimizado, claro — e conversamos sobre as decisões que ele tomou. Promovemos por contribuição editorial: quem mais ensina o time, mais cresce.
Nenhuma recomendação técnica deixa o estúdio sem dado bruto que a sustente. Quando o dado falta, dizemos com todas as letras: ainda não sabemos.
A arquitetura que serve a um banco digital não serve a uma indústria farmacêutica. Recusamos pacotes padronizados — calibramos cada implantação ao risco real.
O cliente lê o mesmo painel que o analista lê. Não escondemos falsos positivos, fragilidades nossas ou limites de visibilidade — tudo entra no relatório semanal.
Quinze anos em resposta a incidentes. Coordenou o CSIRT de duas instituições financeiras antes de fundar a Fluxar.
Mestre em criptografia pela USP. Lidera a linha de threat hunting e publica regularmente no caderno interno do estúdio.
Engenheiro com passagem por concessionárias de energia. Conduz projetos de segmentação OT/TI e redesenho de identidade corporativa.
Advogada com OAB ativa, certificada DPO pela ANPPD. Encarregada de dados da Fluxar e parceira de leitura jurídica para clientes.
Três analistas, uma sala alugada, um único cliente. O caderno interno é publicado pela primeira vez em 11 de outubro.
A equipe chega a oito pessoas. Implantamos o primeiro plantão noturno permanente e a operação 24×7 começa em fevereiro.
Auditoria conduzida pelo BSI Brasil. O processo dura sete meses e gera duas edições especiais do caderno sobre adequação documental.
Contratação do Bruno Toledo e estruturação de uma frente dedicada a ambientes industriais. Primeiro cliente: planta automobilística em Betim.
Treze analistas, 41 clientes ativos, dois centros de operações sincronizados. O caderno completa 412 edições semanais publicadas.
Compartilhamos um exemplar recente do caderno interno com candidatos a parceria. Solicite o envio — sem follow-up automatizado.